- Destaque da Verdade
- 17/01/2025
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O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, deve se manifestar ainda nesta sexta-feira (17), junto ao Supremo Tribunal Federal (STF), sobre os motivos que levaram a prefeitura a construir um muro na Cracolândia, confinando, no local, pessoas em situação de vulnerabilidade.
A intimação, dando prazo de 24 horas para a manifestação do prefeito, foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, na quinta-feira (16), em caráter de urgência.
Com cerca de 40 metros de extensão e gradis de metal, o muro foi construído entre maio e junho do ano passado na Rua General Couto Magalhães, localizada no bairro de Santa Ifigênia, em uma área triangular.
A determinação do STF tem como origem uma ação impetrada por parlamentares do PSOL, tendo por base diretrizes da Política Nacional para a População em Situação de Rua.
A prefeitura se manifestou publicamente por meio de nota, argumentando que o muro foi instalado em 2024, em área na qual já existiam tapumes de metal para fechamento de uma área pública. Segundo a prefeitura, a troca foi feita para “proteger as pessoas em situação de vulnerabilidade, além de moradores e pedestres, e não para confinamento”.
Cracolândia é a denominação dada a uma área ocupada por pessoas em situação de vulnerabilidade, composta, na sua maioria, por dependentes químicos e traficantes, geralmente de crack, no centro da cidade de São Paulo.
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- 17/01/2025
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A regulamentação da reforma tributária como foi sancionada nesta quarta-feira (16) deve resultar em um Imposto sobre Valor Agregado (IVA) médio de 28% no Brasil, segundo estimativa apresentada pelo secretário extraordinário da reforma, Bernar Appy.
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- 16/01/2025
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O vice-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, no exercício da Presidência, suspendeu decisão do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) que havia determinado o pagamento do salário dos auditores de controle interno do Município de São Luís sem a redução dos valores que excedam o teto da remuneração dos servidores locais (abate-teto). O ministro atendeu a pedido do Instituto de Previdência e Assistência do Município de São Luís (Ipam) na Suspensão de Segurança (SS) 5700.
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- 16/01/2025
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*Diante do fechamento temporário da agência da CAIXA em Bacabal, a ( prefeita professora Cici ) já está trabalhando para encontrar soluções, que atendam às demandas sociais da população de conceição do Lago_ Açu e minimizem o impacto causado pela suspensão dos serviços prestados pela instituição. Para isso, a prefeita se reuniu com o Superintendente Ricardo Campos e as gerentes Josi e Nilsi.
Como resultado, a agência disponibilizará um colaborador, em parceria com o município, para realizar os atendimentos na própria cidade.
Em breve, a população de conceição do Lago_Açu será informada sobre o local de atendimento.
*Na reunião, estiveram presentes com a prefeita, a secretária de Finanças, Gabriele Steffane, a Secretária de Saúde, Dona Nita e o Procurador do Município, Railton Revil.*
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- 16/01/2025
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O prefeito Alan da Marissol (PRD), de Balsas, decretou nesta quarta-feira (15) Situação de Calamidade Financeira no município. A decisão foi justificada pela grave crise fiscal supostamente herdada da gestão anterior, que teria deixado uma dívida superior a R$ 15 milhões.
Entre os principais problemas apontados estão débitos previdenciários, atraso no pagamento de salários dos servidores e bloqueios no Fundo de Participação dos Municípios (FPM). De acordo com o prefeito, o cenário compromete o funcionamento da administração pública, exigindo medidas emergenciais para restabelecer o equilíbrio financeiro.
“Começamos nossa gestão com o compromisso de atuar com legalidade, moralidade e, acima de tudo, transparência com o povo de Balsas. Estamos enfrentando uma dívida milionária e adotando todas as medidas necessárias para restabelecer o equilíbrio financeiro. Nosso compromisso é com Balsas e com os balsenses”, afirmou Alan da Marissol em comunicado divulgado nas redes sociais.
A medida busca não apenas expor a gravidade da situação, mas também permitir ao município a adoção de ações excepcionais para conter os impactos da crise, incluindo possíveis renegociações de dívidas e contenção de gastos. A administração promete transparência e celeridade na busca de soluções para os problemas enfrentados pela cidade.
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- 16/01/2025
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O governador do Maranhão, Carlos Brandão (PSB), fez, na quarta-feira, 15, durante encontro com lideranças após a eleição do prefeito de Bacabal, Roberto Costa (MDB), como novo presidente da Famem, uma reflexão sobre o racha existente em sua base política.
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- 15/01/2025
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- 14/01/2025
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O Sindicato dos Rodoviários do Maranhão informou nesta terça-feira, 14, por meio de nota, que decidiu cancelar a paralisação da categoria em São Luís, que estava prevista para começar na quarta-feira, 15.
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- 14/01/2025
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O Ministério Público Federal (MPF) obteve sentença que obriga os municípios de São João do Sóter e Senador Alexandre Costa, no Maranhão, a substituírem nomes de pessoas vivas em bens públicos em até 120 dias. Além da remoção dos nomes, a Justiça Federal também determinou que a União suspenda os repasses financeiros aos dois municípios, exceto para áreas de saúde, educação e assistência social, até que a decisão seja cumprida.
De acordo com a legislação brasileira, é proibido atribuir nome de pessoa viva a bem público como escolas, ruas e praças, para evitar a promoção pessoal e o destaque indevido. Nesse sentido, o MPF instaurou procedimento para investigar a existência de bens públicos com nomes de pessoas vivas na área de atribuição da Procuradoria da República no Município de Caxias (MA). Em 2014, durante o inquérito, o MPF recomendou a 26 municípios a remoção desses nomes de bens públicos.
Além disso, a recomendação também orientava a alteração formal do nome de todos os bens e logradouros públicos em um prazo de 30 dias. Caso a modificação necessitasse da revogação de legislação existente, os municípios deveriam submeter um projeto de lei ao Poder Legislativo, no mesmo intervalo de 30 dias.
Entretanto, o município de São João do Sóter não cumpriu a recomendação e o município de Senador Alexandre Costa informou apenas a lista de bens municipais aos quais foram atribuídos nomes de pessoas vivas, sem indicar as providências adotadas. Por isso, o MPF precisou ingressar com a ação judicial, para garantir o cumprimento da legislação.










